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Estamos de saída de Alvalade

Vamos sair do nosso cantinho, do nosso Sítio. Fomos muito felizes neste ano e meio que partilhámos mesa e levámos a vida de coworkers mais a sério. Foi um desafio para todas, a Daniela deixou o seu emprego para se dedicar à fotografia, a Rita deixou a engenharia e dedicou-se só à fotografia, e eu assumi finalmente que é mesmo necessário ter um espaço em Lisboa para reunir, trabalhar e para estar mais presente (a margem sul é muito bonita mas ninguém – quase ninguém – cá vem fazer reuniões).

Até termos chegado ao Sítio nenhuma de nós tinha trabalhado junto, e nenhuma de nós tinha experiência em cowork, mas existem coisas que estão destinadas e outras que só por si desvanecem. A verdade é que criámos aqui uma cumplicidade que quando mudamos, mudamos todas e já faz parte do nosso dia estarmos todas na mesma mesa. Aliás, cada vez mais temos trabalhos em conjunto e isso é a prova da boa sinergia que temos. Por isso, vamos continuar todas na mesma mesa, com o mesmo espírito mas num local diferente, igualmente bonito. E se não bastasse mudar de sítio, vamos ter uma nova pessoa a partilhar mesa connosco (aqui um bocadinho de suspense).

Mas a sensação de sair de Alvalade não foi de ânimo leve, aprendi a viver num bairro lindo em Lisboa, que até então nunca tinha presenciado. Conheci lojas mais antigas do que eu, e negócios locais de porta aberta que são uma autêntica lição de vida.

Passei a sair mais vezes depois do almoço só para ir beber café à rua, apanhar sol na esplanada do Café na Drogaria e dar uma volta ao quarteirão.

Almocei mais vezes fora porque a Tasca da Maria do Correio não pára de aliciar com pratos que adoro.

Passei a comer muito mais quinoa e familiares, porque a Maria Granel era mesmo ao virar da esquina e muito orgulho tenho em ter participado neste projecto.

Estamos um bocadinho tristes sim, porque vamos deixar este nosso bairro, mas depois pensamos no espaço novo para onde vamos, no entusiasmo de mudar, de conhecer novas pessoas e isso dá-nos motivação. É normal, evoluímos, mudamos e temos necessidade de apanhar outros ares. A verdade é que continuamos pelos bairros de Lisboa, em breve conto mais. Entretanto vamos fazer as mudanças.

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Pessoas que 2015 me trouxe #1

Estamos na fase deles, não é? Dos balanços anuais? Aproveito a deixa e partilho um post que já tinha sido pensado à mais tempo, que já o tinha escrito, só faltavam mesmo as fotos 🙂
2015 ainda não acabou e ainda bem porque até acabar ainda tenho de fechar, despachar e terminar alguns tópicos a que me propus.
Existe sempre uma fase ao longo da nossa vida onde já temos os nossos amigos, os nossos grupos, as nossas rotinas e que achámos que é pouco provável o nosso elo mais íntimo de amigos mudar. Mas muda, às vezes até nos distanciamos de uns sem grandes razões e conhecemos outros.
2015 trouxe-me mais dois braços ou pelo menos mais duas cabeças cheias de energia e coração aberto. Foi só um ano que passámos juntas, o nosso primeiro ano a trabalhar lado-a-lado todos os dias, a partilharmos almoços, histórias, babozeiras e até viagens. Quem lê o blog já deve ter percebido que por vezes falo da Daniela e da Rita e apesar do que possam pensar não nos conhecemos há séculos.

Faz uma diferença grande sair de casa pra trabalhar e termos alguém durante o dia para falar, para nos acompanhar e para nos fazer rir. Às vezes a paródia toma conta de nós e o caos instala-se na nossa mesa de trabalho. Às vezes choramos e muito, mas é de tanto rir. Às vezes uma anima a outra que está mais chateada, às vezes é a outra que vai acalmar um stress de trabalho. Fez-se aqui um grupo de apoio que nem imaginam. Mais do que um grupo, amigas. Daquelas que temos sempre no Viber onde em noites de insónias metemos conversa e planeamos viagens e o melhor de tudo é que chegamos mesmo a fazê-las. Têm sido um grande pilar na minha motivação e no meu trabalho e têm me dado a mão sempre, até quando eu nem me apercebo que preciso de uma mãozinha elas estão lá.

E só para tirarmos estas fotos, acho que tirámos umas 300, e em quase todas estamos aos saltos, a chorar a rir ou até mesmo a fazer macacadas. Foi impossível para nós, estas foram as únicas que passaram na censura 🙂

Obrigada 2015, foste generoso.

Filipa Simões de Freitas
www.lancecollective.com

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