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Filipa Simões de Freitas

Redes Sociais. Para que vos quero.

A minha primeira vez na internet, e o que isso mudou em mim.

A minha primeira vez na internet, e o que isso mudou em mim.

Lembro-me perfeitamente da primeira vez que me liguei à internet. Tinha um modem de 25k que fazia tanto barulho a ligar, tal e qual uma impressora de agulhas. Esta lembrança não vem ao acaso. Naquela altura não tinha rede sociais, tinham um e-mail que foi a minha estreia, com um hotmail, ou talvez um sapo?! Ía à internet para ver “aquilo” só a mexer, quase que era como uma recompensa de final de dia, depois de jantar e de arrumar tudo, podia ir um bocadinho para a internet. Ía ao Sapo ver o tempo, às vezes o horóscopo porque era o que lá estava. Não tardei muito a ter uma conta no mIRC. Como tudo se passava no computador, combinava-se uma hora para falarmos. Tinha alguns penfriends com quem trocava correspondência e que comecei a trocar mensagens pelo mIRC.

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Empreendedora, por acaso

Manter o blog? Ou não?

Manter o blog. O que motiva?

Este meu blog, é um caso de amor e ódio, ou melhor de, tenho tempo e não tenho. Por vezes não lhe toco, passam semanas sem lhe pôr a vista em cima, e depois lá venho eu e até escrevo 1 ou 2 posts de seguida (maluqueira).

Já pensei em encerrar o blog, no decurso, de quando penso que já tenho redes sociais a mais e demasiados canais online para gerir. Mas até tenho pena deste Tribe Land, porque gosto deste canto digital que aqui criei ainda nem existia Lance, nem nada. Este é o mesmo blog que comecei quando ainda era “bond girl” (alguns devem-se lembrar ainda). É onde sou eu, a Filipa. Seja a Filipa designer, a que tem a chave d’A Base, a que tem duas filhas, ou a que foi ali ver o mundo, ou qualquer outra coisa. E que não tenho obrigatoriedade de aqui vir sempre – o que torna ainda mais genuíno este meu canto.

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Empreendedora, por acaso

Quando abrimos a porta do nosso negócio

Empreendedora

Quando abrimos a porta do nosso negócio, cabe a nós deixa-la aberta a quem queremos que entre. E não deixar aberta a toda a gente.

Pode parecer drástico, e até presunçoso, mas quando falamos de negócios e marcas nem todos temos as mesmas sinergias. Temos pessoas para amar, e outras para trabalhar. Não quer dizer que não gostemos com quem trabalhamos, mas a razão e o coração têm de ter o seu próprio espaço.

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Travel

Vamos para a terra

Vamos à terra

Desde pequena, ouvi a expressão “vamos para a terra”. Sim, a santa terrinha dos avós, onde se passava as férias grandes (e pequenas), os fins-de-semana e feriados, com primos e mais primos… muitos deles sem saber ao certo que primos são, ou se realmente era primos, mas é tudo gente da mesma terra.

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Vida de Freelancer

Se é tão fácil fazer o meu trabalho, porque é tão difícil para mim fazê-lo?

Vida de designer
Pensamento idiota ou até parvo, mas aqui vai:

Se é tão fácil fazer o meu trabalho, porque é tão difícil para mim fazê-lo?

Digo difícil, porque são todos diferentes, os trabalhos, cada briefing segue um caminho diferente e autónomo, e cabe a mim seguir este caminho, ver até onde vou, até onde consigo ir. Podemos chamar de processo criativo, e, é aqui que tudo acontece, é com base nesta jornada que depois defendo e justifico as minhas opções. A simples questão de: não é amarelo, é verde porque isto, isto, isto e mais isto. As coisas aparecem feitas por várias razões, razões que assentam na leitura da marca, do target, dos serviços que vão ter, da nossa experiência, e muitas outras coisas que só nós sabemos.

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Faz isto na tua marca Vida de Freelancer

Porque devemos de ter uma mesa sem computador

Mesa sem computador

Foi uma das decisões que tive para 2017, tenho de ter uma mesa de trabalho sem teclados, ratos, monitores, discos, e tudo o que seja cabos, pens ou portas USB. Pois que todos os dias o meu trabalho é à frente de um monitor, e verdade é que sem ele nada avança nesta rotina de trabalhos e afins. Mas a quantidade de notificações, pings aqui, pongs ali… apps para desktop — que confesso só este mês é que instalei o Viber e o Whatsapp no Computador, porque não queria mais apps a saltitar no meu Dock, mas já me deixei levar.

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Redes Sociais. Para que vos quero.

Partilha-se muito, e fala-se pouco.

A Internet. As Redes Sociais. E agora podíamos ficar aqui só um minuto a pensar nestas duas coisas, e porque partilha-se muito, e fala-se pouco.

Trabalho com redes sociais todos os dias, utilizo o email a toda a hora, vou ao Google quase de hora a hora, uso o WhatsApp, tenho grupos no Viber… e está sempre tudo a apitar, a tocar, a receber mensagens, emails, notificações. Estou sempre ligada. Mas cada vez mais penso que de tanto estarmos ligados, nos desligamos. As nossas mensagens são curtas, sucintas, não lemos mais do que dois parágrafos [estou a ser generosa], partilhamos tudo, mesmo sem ler.

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  • Let’s do this. One more week 👊🏻 #freelancer
  • Tardes de trabalho de outono agora são assim. Vive-se bem aqui n’ @abasestudio 🍰 ☕️ @liptonportugal 💡@lancecollective #eunabase #designerlife #graphicdesign #teatime
  • Designer que é designer está sempre atenta! 😅 @meninaines #noitesdedesigners #designer
  • Com a quantidade de coisas que já fiz só numa segunda de manhã, e agora que ia começar a fazer a lista de to-dos do dia... parei. Vou fazer isto de cara laranja porque a semana promete e eu preciso de qualquer coisa deste género 🙃 Nada de skype calls nos próximos minutos 😝 @apivitaportugal #facemask #apivita #expressbeauty
  • Abre os olhos mulher! Não vale a pena fingir mais que o ano ainda não acabou. Tudo o que é trabalho já está all booking até ao fim do ano. Afinal amanhã já é novembro, como quem diz já é quase Natal, como quem diz Bom Ano Novo. Como quem diz “passou rápido este ano” 😵 Sem pressão 😅 Ou então não 😜
  • Isto tem sido uma loucura 🤓 Mas uma pessoa é forte! 👊🏻

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